Não tenho nada para dizer... E escrever quando não se tem nada para dizer é deveras difícil. Porque a tua cabeça é um balaão vazio onde nenhum assunto é relamente importante que mereça atenção e reflexão. E a tua boca (e os dedos) não são capazes de dizer qulaquer coisa com nexo que seja, por mais fútil e banal.
Por isso vou escrever tudo aquilo que me lembrar... E fazer uma espécie de manta de retalhos do pensamento.
Irrita-me este computador porque não põe os acentos nos sítios certos e as letras não ficam no sítio o que me obriga a rever tudo para trás porque fica mal escrever com erros. E eu sou muito orgulhosa porque aprendi a escrever com uma professora das antigas que nos dava réguadas nas mãos sempre que fazíamos algo mal. Por isso em homenagem à minha professora da primária continuo a esforçar-me para escrever bem, pôr as vírgulas e os pontos finias nos sítios certos.
Isto faz-me lembrar outra coisa... na vida também sou muito assim... ponho pontos finais nas coisas. Eu cá não trago desaforos para casa. Sempre resolvi os meus problemas e quando não resolvo também não chateio os outros com eles. E faço tudo para que o assunto termine seja por bem ou por mal (já andei à pancada é verdade).
Agora sou do bem. Meti na cabeça que vou para o céu e não me permito o pisar o risco. Até porque tenho medo do que não é controlável.
Faz-me lembrar a história da zona de conforto. É verdade. Eu não saio dessa zona. E depois há uns quantos que me desafiam e eu não gosto nada. Deixa-me tar men. Por exemplo: "bora sair à noite?". Eh pah. Mas quem é que disse que me apetece sair? Ainda por cima tenho medo do escuro e não gosto de andar sozinha à noite.
Já me estou a autorevelar de mais. Fiz isso no outro diz em consulta e foi espectacular. O que não foi nada bem foi a minha tentativa de explicação. Enfim... O miúdo ficou com cara de parvo a pensar no que lhe tinha dito e no meu embaraço depois. Mas senti que lhe tinha tirado um peso de cima.
Agora estou aqui parada a pensar no que escrever e como isso não é suposto (acabaram-se os posts direitinhos, pensados e estruturados) acho que vou terminar.
Até porque tenho imenso que fazer e como ando um bocado desleixada tenho que me aplicar.
E por último acho eu ainda bem que já me passou a doença que me corroeu a consciência porque só me apetecia estar deitada mas não parei um minuto para despachar a introdução da tese.
E agora já sei que titulo dar a este post
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