segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sapos e Narrativas

"Narramos a vida com a caneta das nossas emoções"
A vida é demasiado curta para engolir sapos... beijá-los, ainda vá que não vá, que sempre pode saír um príncipe ou uma princesa, mas engoli-los... para quê? Em primeiro lugar é uma violência para o estômago, depois, para quem gosta de tal iguaria não seria melhor comê-los em pequenos pedaços soberbamente bem temperados?

É que faz toda a diferença, ora repara...

Posso fazer algo por duas razões para encontrar algo, ou para fugir a algo, e a forma das nossas acções pouco nos diz acerca disso... será então o "tutano" das nossas acções que nos revela quem nós somos? Ou talvez ... qualquer acção possa ser descrita como eu quiser, que construo a minha realidade com base nas histórias que me conto, sou eu  que me intitulo herói ou covarde, rei ou mendigos, porque os factos, esses são meras projecções da minha percepção...

Assim, vejo o construtivismo e as narrativas ...